7 Coisas que Você Deve Compreender Sobre a Vida

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Algo que pode nos ajudar a viver de forma plena e atingir prospreridade é termos uma clara noção de que somos mortais.
Parece bobo, não é? Mas perceba como você e todos a sua volta vivem como se fossem durar para sempre. E quanto mais jovem se é, mais "imortal" se pensa ser. Vivemos postergando as coisas, como se o futuro fosse líquido e certo. Fora a procrastinação crônica de prazeres e deveres, há o apego irracional, principalmente a objetos e ao dinheiro. Tudo isso misturado causa muito mal às pessoas: preocupação constante, sofrimento e no fim, problemas físicos causados pelo estresse. E o resultado? Pessoas preocupadas e apegadas demais ao ponto de não conseguirem prosperar, pois, desperdiçam seu tempo e energia se limitando a busca de bens materiais. Abaixo, tentarei sintetizar alguma ideias que traduzem minha concepção em relação a vida, baseada na observação, tentativa e erro e claro, bastante leitura.   1) Nada é de fato seu: desapegue-se. Uma das noções mais equivocadas é a de que somos donos de qualquer coisa. Seja uma casa, um carro, a roupa que usamos, mas nada independentemente de quanto você acredite nisso, vai ficar com você após o fim do intervalo (aquele entre o dia que chegou e o dia que vai partir). Sequer a roupa com a qual será enterrado(a) vai embora contigo: será destruída pela ação do tempo. Ou seja, prezados amigos, nós nascemos sem nada e sem nada vamos embora. Uma boa maneira de viver é olhar para tudo (inclusive seu corpo) como um empréstimo ou aluguel de longo prazo. Tente cuidar de tudo da melhor maneira que consiga, mas, sabendo que nada é para sempre. Riscou o carro? Não sofra, logo ele nem será mais seu. Ficar se matando para "comprar" uma casa? Anos e mais anos dedicados a pagar por algo que, no fim, ficará para outra pessoa? É algo para se pensar muito bem. Quanto maior a bagagem, mais difícil caminhar pela vida e chegar muito longe torna-se impossível. Passamos horas, dias, meses preocupados com dinheiro, contas, imóveis, sendo que no final (de um dado período ou da vida), nada disso importará.   2) Tempo é o único patrimônio real. O tempo é a maior prova de que você é imortal porque em algum momento ele acaba! Simplesmente deixamos de aproveitar "nossos presentes" (no sentido temporal e também de dádiva) para ficarmos especulando o futuro que, na melhor das hipóteses será no máximo 5% parecido com o que pensamos se ele realmente chegar. A vida desfila a frente de seus olhos que, por sua vez, estão perdidos em pensamentos ou o que é muito pior, em uma tela de 6 polegadas. Vive-se intensamente com alguém virtual, enquanto o real fica de lado. E na velocidade de um "zap", a coisa toda acaba.   3) O dinheiro não deve ser a coisa mais importante. Dinheiro é de todas as formas seu tempo materializado em cédulas, moedas ou bits, na tela de algum dispositivo. Você troca seu tempo (aquele que não volta mais) por dinheiro. Já parou para pensar, quantos dias da sua vida custou seu último "mega-blaster-pro" smartphone? Ou aquele tênis de 1500 reais que serve para?... Andar! Será que se o preço nas lojas fosse assim (veja imagem a abaixo) você teria mais cuidado em como "gasta" seu tempo/dinheiro?   Estamos trocando nossa vida por uma pilha de porcarias que, em poucos meses perdem a graça. Perceba a gravidade: trocando a vida (esse curto intervalo) por um monte de coisas sem qualquer sentido. E pior que isso, deixando que essas coisas definam aquilo que somos. Mas por favor, não confunda o que estou falando com um daqueles discursos baratos contra o sistema capitalista ou de consumo. Nada disso. Não se engane: eu gosto de uma porcaria também. No entanto, essas coisas não podem nos escravizar e tampouco nos definir. Conforto é uma delícia e é justamente esse o papel do dinheiro: nos trazer conforto. Mas já que precisamos dele e no frigir dos ovos nossa moeda de troca é nosso tempo (aliado às nossas habilidades e conhecimento), por que não melhorar ao máximo a relação de ganho e de gastos?   4) Você trabalha por dinheiro ou por um propósito? Começando pelo trabalho: por quanto você anda vendendo seu tempo? Como é a relação esforço x recompensa? E o prazer x estresse das atividades que desempenha? Temos o péssimo hábito de acreditar que o dinheiro vale qualquer coisa, inclusive, trabalhar em algo que acaba conosco. Bom, tenho que lhe dizer: não, não vale! Imagino que em sua mente deva estar passando perguntas como: "mas ainda sou estagiário ou recém formado, como vou fazer tudo isso?" Todas nossas decisões nos levam a determinados caminhos. Desde nosso primeiro trabalho remunerado temos que ter em mente que cada escolha vai nos levar a desenhar um caminho e que sobretudo o nosso tempo e saúde que estão em jogo. Somos obrigado a escolher uma profissão de maneira muito precoce e dado ao tipo de sistema universitário no Brasil, mudar de ideia torna-se algo muito penoso. Assim, muita gente passa a vida fazendo algo que não gosta, pelo simples fato que é muito caro começar algo novo. Bem para mim muito mais caro é passar a vida doente e frustrado. Muitas vezes, as pessoas recorrem ao consumo como forma de compensar a frustração de uma vida sem sentido. Quando na realidade, o trabalho deveria ser um meio de canalizar diariamente, uma versão melhor de nós mesmos.   5) Faça o que ama e ame o que faça. Faça o que ama e ame o que faça. Parece a mesma coisa, mas não é. O que Steve Jobs, Gates, Musk, Disney  têm em comum? A busca e realização de seus sonhos, um propósito e a visão sobre o dinheiro como consequência de tudo isso.  Se o dinheiro fosse o principal objetivo, eles não resistiriam a tantas crises (risco de falir, de ficar pobre, etc). Teriam sido mais um bando de pessoas medianas e medrosas demais para "arriscar seu pequeno patrimônio por um sonho maluco". Ainda bem que existem pessoas assim! São a minoria absoluta do mundo, mas sem elas ainda estaríamos  andando descalços, vivendo não mais que 30 anos e morando em cavernas.   6) Gaste menos do que ganha. O fardo de "ter que ganhar" dinheiro para pagar um monte de contas evitáveis é o que faz as pessoas deixarem seus sonhos de lado para se venderem pelo melhor lance. E no fim do dia, gastar tudo com bobagens para tentar preencher o vazio existencial. Para não cair nessa armadilha, comece desde seu primeiro salário a gastar menos do que ganha. Não importa se o salário é mínimo ou polpudo, separe sempre pelo menos 10% dele. Como fazer isso? Há uma metodologia muito eficaz: ao receber, já transfira os 10% para uma conta de investimentos (em uma corretora) e aplique. Mentalmente, crie o hábito de que seu salário é 10% menor do que o valor nominal. Assim, se você recebe R$ 1000 líquidos, você vai viver com R$ 900 e para todos os efeitos, aquele é seu "salário verdadeiro". O segundo passo é não criar mais despesas do que pode pagar. Procure viver com simplicidade. E mesmo que passe a ganhar mais, é importante sempre cultivar esse hábito: não confunda conforto com excentricidades (ou luxo). Se você viver com simplicidade, o valor pelo qual vai "vender seu tempo" jamais será subestimado. Mesmo que nominalmente, ganhe pouco se estiver fazendo o que ama, o "valor agregado emocional" será enorme o que, naturalmente, lhe impulsionará a prosperidade financeira.   7) Quem se preocupa, não se ocupa. É importante que você esteja disponível do ponto de vista emocional e energético. Assim, você terá energia para as coisas que importam: trabalho e as pessoas que ama. Trate de ocupar-se com as coisas que lhe aparecem em vez de preocupar-se com coisas que não existem. PRÉ- ocupar-se, como o nome sugere, é se ocupar (mentalmente) com algo que ainda não existe para que de fato, se ocupe dele. É tão bizarro quanto "pré-comer" ou "pré-viajar"; não faz nenhum sentido. Mas, por algum motivo nós temos esse mau hábito . A história de Jhon D. Rockfeller No livro "Como Evitar Preocupações e Começar a Viver" de Dale Carnegie, ele  relata a história de  John D. Rockefeller. Ele foi o homem mais rico do mundo em sua época e se ainda fosse vivo, continuaria sendo (sua fortuna atualizada valeria mais de 5 vezes a de Bill Gates). Rockefeller foi conhecido por além de rico, ser uma pessoa "sem coração" nos negócios. Passava por cima de tudo e todos para ter mais dinheiro e poder. Até que por volta dos 50 anos de idade, começou a adoecer e sua expectativa de vida era praticamente nula. Encurtando a história: o que estava matando Rockefeller era o estresse emocional da constante preocupação de que poderia ser traído, perder sua fortuna e voltar a ser pobre. Quando por algum motivo desconhecido, percebeu isso passou a se desapegar e se tornou o maior doador da história do planeta. Graças às doações de Rockefeller, por exemplo, temos a penicilina. Como um milagre, John D. passou de um ganancioso "morto" para um homem generoso saudável que viveu além dos 90 anos de idade (mais de 40 anos além da expectativas dos médicos). E o que ele fez para acrescentar mais vida aos seus dias? Ele deixou de preocupar-se com teorias conspiratórias e passou a ocupar cada minuto da sua vida com trabalho e dedicação às causas que dessa vez, lhe traziam paz ao coração. De pouco adianta ter tudo e não ter nada. O que quero dizer é, a felicidade, a satisfação, moram dentro de você. Ter dinheiro não trará nenhuma das duas, pois, que está bem consigo mesmo é feliz em Paris, Dubai ou Sumaré, num "churrasquinho de gato" com amigos. Sabe aquela história de que "é melhor estar deprimido num hotel 5 estrelas em Paris"? MENTIRA! A depressão é horrível em qualquer lugar. Milionários e famosos suicidam-se todos os anos, sinal de que luxo e dinheiro não resolvem qualquer coisa. Tente se lembrar de suas 3 maiores preocupações dos últimos 3 meses. Agora: quantas delas de fato chegaram a acontecer? Alguma chegou sequer perto do que você imaginava? E agora, passado o tempo, fazem qualquer diferença em sua vida? No fim das contas... Todo dia vivo é um dia bom: viva! Ocupe-se. Se está trabalhando, trabalhe. Se está descansando, descanse. Se está divertindo, divirta-se. Ocupe-se das coisas que existem sem preocupar-se com aquilo que não existe. Preocupar-se com uma doença não a cura. Preocupar-se com contas não as paga. Preocupar-se com o trabalho não o deixará feito. No entanto, ocupar-se, isso sim, faz toda a diferença, inclusive, deixando menos espaço livre para os demônios da preocupação. Arrisque-se, transpire e jamais se esqueça: um minuto preocupado não é um minuto vivido, é um menino desperdiçado. E tempo, como já conversamos é precioso demais para desperdícios, certo? Não acredite nessa história de planejar tudo. A vida é aleatória e imprevisível: esteja preparado para o pior, mas sem jamais viver preocupado tentando fazer previsões. Quem mais se dá bem é quem está preparado para surfar qualquer tipo de onda e não quem morre a espera da onda perfeita. FAÇA SUA VIDA VALER A PENA, VIVA A VIDA EM SUA PLENITUDE!  

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